O árbitro italiano, Nicola Rizzoli, foi nomeado pela UEFA para o jogo, desta quarta-feira, entre o FC Porto e o Atlético de Madrid, referente à segunda jornada do Grupo D da Liga dos Campeões.Rizzoli tem 37 anos e vai ter como assistentes, Cristiano Copelli e Renato Faverani, enquanto Daniele Orsato será o quarto árbitro.
O árbitro italiano, Nicola Rizzoli, foi nomeado pela UEFA para o jogo, desta quarta-feira, entre o FC Porto e o Atlético de Madrid, referente à segunda jornada do Grupo D da Liga dos Campeões.Rizzoli tem 37 anos e vai ter como assistentes, Cristiano Copelli e Renato Faverani, enquanto Daniele Orsato será o quarto árbitro.
O árbitro irlandês Alan Kelly foi o árbitro nomeado para arbitrar o jogo da Selecção Nacional frente à selecção de Malta, jogo de qualificação para o Mundial-2010. Este jogo que se realiza em Guimarães, o árbitro de 34 anos tem como assistentes Marc Douglas e Kenneth Hennessy num jogo marcado para o dia 14 de Outubro, no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães. Alan Kelly tem um futuro brilhante como árbitro. Ele começou internacionalmente em 2002, foi árbitro de qualificação para a Taça UEFA, Liga dos Campeões, Campeonato do Mundo 2006 e Euro 2008.
2ª DIVISÃOSÉRIE A
De 18 a 25 de Setembro, as árbitras lusas, Sandra Bastos e Soraia Teles (árbitra-assistente), marcarão presença nos jogos do Grupo 5 da primeira pré-eliminatória do Campeonato da Europa Feminino Sub-19. Neste grupo encontram-se as formações da Holanda (país anfitrião da prova), Israel, Lituânia e Polónia.Recorde-se que a Equipa das Quinas está inserida no Grupo 11, juntamente com as formações da Islândia, Roménia e Suíça, e estará em prova nesta mesma altura.
No mês seguinte, de 11 a 18 de Outubro, Márcia Pejapes e Sílvia Domingos (árbitra assistente) entram em acção na primeira fase de apuramento para o Campeonato da Europa Feminino Sub-17. As árbitras lusas apitarão os jogos do Grupo 3, onde se encontram a Croácia, Grécia, Hungria (anfitrião da fase de apuramento) e Noruega.
Os jogadores de futebol tentam muitas vezes fugir aos cartões através de 'choradinhos' ou manobras de diversão. Serge Dié, jogador do Iraklis da Grécia, decidiu optar por uma outra técnica: seduzir o árbitro com um beijo.O insólito aconteceu no sábado, durante o jogo da Liga grega entre o Iraklis (onde alinha também o português Nuno Piloto) e o Aris de Salónica. Serge Dié fez uma falta por trás ao ex-jogador do Sporting, Koke. Após o apito do árbitro, Dié apressou-se a esclarecer que não cometera qualquer falta e, no seu intento, tentou beijá-lo...
Confederação das Associações de Árbitros e Juízes de Portugal (CAJAP) admitiu sexta-feira a paralisação de provas desportivas se o Governo não consagrar as soluções negociadas sobre fiscalidade em despacho até 31 de Agosto. A CAJAP, que representa árbitros e juízes de futebol, andebol, basquetebol, voleibol, hóquei em patins, tiro, ténis de mesa, ciclismo e karaté, pretende evitar o cenário drástico da paragem de provas desportivas devido ao protesto de árbitros, mas notou a urgência do despacho conjunto das secretarias de Estado dos Assuntos Fiscais e da Juventude e do Desporto.
"O Governo criou uma alternativa em sede do Código de IRS e estamos há 7 meses à espera do despacho que formaliza uma série de questões. Ou há uma resposta favorável do Governo, porque isto é um processo que se arrasta, ou temos de encarar cenários, entre os quais parar os campeonatos", refere à Agência Lusa António Sobral, que exerce as funções de secretário da CAJAP.
O dirigente garantiu que os árbitros da Liga de futebol "estão solidários" na paragem dos campeonatos, porque "sabem o que é esta problemática fiscal, apesar de terem uma situação diferente" da introduzida pelas alterações do Código do IRS. "Houve árbitros que foram tributados na categoria de dependentes e começaram a passar recibos verdes. Isto é um longo processo e que não tem sido regular, porque, por exemplo, os árbitros de voleibol passam recibos desde 2008 e os de outras modalidades só começaram a fazê-lo mais recentemente", explicou. No entanto, a nova situação tributária provocou o abandono de muitos árbitros jovens, "porque estavam a ser criadas circunstâncias que iam colidir com muitas coisas, nomeadamente bolsas de estudo e créditos bonificados".
Por isso, a CAJAP, que promove uma conferência de imprensa na terça-feira, na sede da APAF (Associação Portuguesa dos Árbitros de Futebol), preconizou uma "solução mais simples e menos burocrática" nas negociações com o Governo. "A solução seria uma taxa liberatória para todos os árbitros. O árbitro recebia um prémio de jogo e ser-lhe-ia logo descontada na fonte uma percentagem e que seria entregue pelas federações ao Estado. Não havia recibos verdes e diversas entidades envolvidas. No voleibol, são os clubes que pagam directamente aos árbitros", disse António Sobral.

